A quebradeira é fruto da queda da
receita federal em 40%. Muitos prefeitos se ainda não demitiram fatalmente
terão que demitir ou não pagarão a folha dos servidores efetivos. Falar em
pagar o 13°, neste momento é luxo. Alguns prefeitos estimam que se muito
conseguirem será pagar a folha mensal e assim mesmo com atraso. Citam que
projetos importantes terão que ser cortados. Vamos ter que parar os
investimentos, dizem. Entre os prefeitos da região, um dos poucos que está se
virando na crise e mostrando trabalho é o Paulo Afonso, Anilton Bastos Pereira,
porém, esta semana o mandatário reuniu parte do seu secretariado para falar da
sua preocupação com o atual momento econômico, porque passam as prefeituras do
País. Na ocasião, sem apontar necessariamente onde, Anilton revelou ser
praticamente inevitável a redução de custos e serviços no município de Paulo
Afonso. Uma das maiores preocupações do executivo é não ter que demitir
evitando causar uma comoção social, como tem ocorrido em muitas prefeituras
baianas, porque em municípios pequenos não existem fontes alternativas de
emprego, principalmente, nesta onda de crise econômica que se abateu sobre o
Brasil. Em 2016 continuará a crise econômica, o que deixará os atuais prefeitos
de mãos atadas para tocar obras novas. Mas, por outro lado será um prato cheio
para os adversários nos palanques. O povão não vai querer saber se a rua dele
não saiu por culpa da Dilma, quer o benefício.quarta-feira, 14 de outubro de 2015
Anilton se preocupa com cenário econômico do município
A quebradeira é fruto da queda da
receita federal em 40%. Muitos prefeitos se ainda não demitiram fatalmente
terão que demitir ou não pagarão a folha dos servidores efetivos. Falar em
pagar o 13°, neste momento é luxo. Alguns prefeitos estimam que se muito
conseguirem será pagar a folha mensal e assim mesmo com atraso. Citam que
projetos importantes terão que ser cortados. Vamos ter que parar os
investimentos, dizem. Entre os prefeitos da região, um dos poucos que está se
virando na crise e mostrando trabalho é o Paulo Afonso, Anilton Bastos Pereira,
porém, esta semana o mandatário reuniu parte do seu secretariado para falar da
sua preocupação com o atual momento econômico, porque passam as prefeituras do
País. Na ocasião, sem apontar necessariamente onde, Anilton revelou ser
praticamente inevitável a redução de custos e serviços no município de Paulo
Afonso. Uma das maiores preocupações do executivo é não ter que demitir
evitando causar uma comoção social, como tem ocorrido em muitas prefeituras
baianas, porque em municípios pequenos não existem fontes alternativas de
emprego, principalmente, nesta onda de crise econômica que se abateu sobre o
Brasil. Em 2016 continuará a crise econômica, o que deixará os atuais prefeitos
de mãos atadas para tocar obras novas. Mas, por outro lado será um prato cheio
para os adversários nos palanques. O povão não vai querer saber se a rua dele
não saiu por culpa da Dilma, quer o benefício.
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