Enquanto a oposição briga para saber quem é culpado
por qual derrota, o prefeito Anilton Bastos Pereira (PDT), põe o pé na estrada,
fiscaliza as ações, toma a iniciativa. Ele disse que não há razão para
parar e que os compromissos assumidos devem ser honrados. Ele quer fechar os
oito anos do seu governo com as metas dentro do cronograma. Resultado: Em um
município em que o prefeito madruga às cinco da manhã, tal qual Zé Ivaldo
(sic), a oposição não pode ficar dormindo de touca.
Cadê
Enquanto isso, a pergunta que se fazia no
município era uma só: onde andará o deputado federal Mário Negromonte Júnior
(PP)? Escafedeu-se, está em local incerto e não sabido. Correu o boato de que
ele estaria fugindo de uma possível ação da Polícia Federal, mas disso nada
está acontecendo. O certo é que o homem sumiu.
Não enche
O engenheiro Paulo de Deus (PMDB), tinha um bom
projeto para eleger-se prefeito. Bateu a arrogância e agora já quer ser
deputado. Porém, eleger deputado é tarefa para o grego Hércules. Bem dizia
Salomão: “A medida do ter nunca enche”.
Até dezembro
O vereador reeleito Marconi Daniel (PHS) deverá
ficar na liderança do governo na Câmara
até o mês de dezembro. Foi o compromisso assumido com o prefeito Anilton
partido. O noviço vereador eleito, Jean Roubert (PTB) deverá ser o indicado.
Jean, por ser moderado, daria a cara que o parlamento deve construir dentro
de um projeto de renovação.
A dedo
Bem faria o prefeito eleito Luiz de Deus (PSD) se
começasse por escolher, para os cargos mais importantes do seu secretariado, aqueles
nomes cuja competência técnica poderá ser dimensionada em termos de captação de
recursos junto ao governo federal e instituições afins. Elaborar bons projetos
não é coisa para cabos eleitorais exaltados ou levantadores de bandeira, por
mais fiéis que tenham se mostrado em campanha.
Entre
erros e acertos
E como já foi dito anteriormente, os erros e
acertos dos eleitores só poderão ser dimensionados ao longo dos primeiros meses
de 2017.
Carência
Os famosos cem primeiros dias de “carência” serão
necessários à paciência dos que votaram convictos de que faziam o melhor para o
município onde vivem. Depois disso não poderá haver choro nem vela.
Sim,
somos otimistas
E ainda que a coluna queira ser otimista quanto aos
futuros gestores municipais, sabe-se que muitos deles já optam por mirar os
bajuladores como ocupantes de cargos importantes.

Nenhum comentário:
Postar um comentário