Em tempos de evidência do “politicamente correto”, ainda
costumamos ouvir velhas práticas não tão corretas assim, ou seja, ainda é comum
o “faça o que eu digo, mas não faça o que faço”. Ora, os exemplos práticos
serão sempre as melhores inspirações e aspirações para quem deseja seguir uma
carreira, por efeito! Daí, quando me perguntam em quem me espelhei para
enveredar numa carreira política, penso comigo e vejo que são poucos os
exemplos a seguir, principalmente, quando nos voltamos à Paulo Afonso. Me vejo
nesse cenário, meio que numa ilha ou num barco subindo a correnteza. Digo isso,
porque desde que assumi uma postura mais pública na política local estive
presente em praticamente todos os encontros que trataram das discussões das
políticas públicas a serem implementadas em nosso município e Território.
Contudo, em raríssimas exceções pude ver nossos vereadores participando além de
compor lugar na mesa e posar para fotos, pois na hora dos debates, lembro bem,
nos últimos 4 anos somente dois vereadores permaneceram.
Dos demais, não sei se por falta de interesse ou capacidade técnica de discutir os temas, sumiram como “Sonrisal” na água logo após a parte cerimonial, inclusive a ausência marcante nas prestações de contas da Prefeitura na própria Câmara Municipal. Meu questionamento, por mais óbvia que seja a resposta, é como e por quê alguns destes representantes do povo permanecem e brigam para se reeleger, se não estão dispostos a serem confrontados com os cidadãos nos fóruns participativos, como as Conferências, Fóruns e Audiências Públicas? Nesses espaços de discussão surgem as diretrizes para as políticas públicas que serão executadas pela Prefeitura e suas secretarias e, que necessitam do vereador para ampliar os entendimentos e identificar as prioridades junto às suas comunidades, para elaborar os projetos de lei necessários e aprovar o Orçamento Anual.
São esses interesses que me motivam a ser candidato a vereador nessas eleições, principalmente, com tantas omissões de quem deveria fazer e não o fez, nem faz e creio, não fará. A população geral, em especial os formadores de opinião precisam se mobilizar e levantar questionamentos e avaliar se o vereador em quem votou realmente atuou bem e se suas preposições passaram de moções de aplausos, títulos de cidadão e requerimento de quebra-molas (que são importantes, mas não prioridades). Enfim, o único que pode mudar esse quadro é o ELEITOR.
Dos demais, não sei se por falta de interesse ou capacidade técnica de discutir os temas, sumiram como “Sonrisal” na água logo após a parte cerimonial, inclusive a ausência marcante nas prestações de contas da Prefeitura na própria Câmara Municipal. Meu questionamento, por mais óbvia que seja a resposta, é como e por quê alguns destes representantes do povo permanecem e brigam para se reeleger, se não estão dispostos a serem confrontados com os cidadãos nos fóruns participativos, como as Conferências, Fóruns e Audiências Públicas? Nesses espaços de discussão surgem as diretrizes para as políticas públicas que serão executadas pela Prefeitura e suas secretarias e, que necessitam do vereador para ampliar os entendimentos e identificar as prioridades junto às suas comunidades, para elaborar os projetos de lei necessários e aprovar o Orçamento Anual.
São esses interesses que me motivam a ser candidato a vereador nessas eleições, principalmente, com tantas omissões de quem deveria fazer e não o fez, nem faz e creio, não fará. A população geral, em especial os formadores de opinião precisam se mobilizar e levantar questionamentos e avaliar se o vereador em quem votou realmente atuou bem e se suas preposições passaram de moções de aplausos, títulos de cidadão e requerimento de quebra-molas (que são importantes, mas não prioridades). Enfim, o único que pode mudar esse quadro é o ELEITOR.
*Lúcio Flávio é advogado, natural de Paulo Afonso. Também sou consultor de marketing político em eleições desde 1992. Este ano, sou candidato a vereador pelo PHS.

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