sábado, 2 de julho de 2016

Dinho define como “abusiva” a taxa de esgoto cobrada pela Embasa em Paulo Afonso

O vereador Edson Dinho Oliveira Maciel (PP) voltou a deliberar sobre a cobrança da taxa de serviço de água e esgoto cobrada pela Embasa na conta de água do consumidor, definida por ele como “abusiva”. Além da carga de impostos obrigatórios, ainda tem a TIP local e num futuro bem próximo vão empurrar na conta do contribuinte a taxa de lixo. Estamos pagando 80% da taxa de esgoto que já vem embutidos na conta de água. O vereador desde o início do mandato vem se mobilizando para acabar com o exagero, inclusive tendo encaminhado dois Projetos de Lei propondo a extinção tanto da TIP quanto da taxa de esgoto.
Para o parlamentar, além do valor ser considerado excessivo ao extremo, a ação da cobrança da taxa é recorde de reclamações em Paulo Afonso porque os valores ultrapassam os 100% da conta de água e a empresa vem cobrando até dos usuários que não possuem rede de esgoto na sua rua. Mas, parafraseando o diretor presidente da Rádio Cultura, Antonio José Diniz, Dinho Insiste persiste e não desiste: “Vamos para um segundo round”. O vereador assegura que vai continuar insistindo na sua luta pela busca de uma solução para suspender a indevida taxa na cidade. Apesar de entender como difícil de resolver, o vereador Edson Oliveira Maciel, o Dinho, disse que a causa não está perdida e a Câmara Municipal deverá continuar insistindo na busca por uma saída jurídica. Enquanto não tomam providência a Embasa tem se aproveitado dessa taxa de 80% para esfolar o couro dos seus consumidores até daqueles que não possuem ligação sanitária em sua residência e por cidadãos que moram em ruas onde a rede de esgoto não existe, alfineta.
“É difícil lutar contra uma empresa concessionária que tem como maior detentora de suas ações o Governo do Estado”, disse. E acrescentou: “Nossa luta começou aqui no Poder Legislativo ainda no ano passado para impedir a cobrança abusiva de 80% da taxa de esgoto, pois a população mais carente está sofrendo para pagar uma taxa absurda como esta”. Após o recesso vamos retomar a pauta das discussões e na pior das hipóteses readquirir o serviço das mãos da Companhia Baiana de Saneamento para o município, pelo menos os impostos ficam na cidade.
Se não for possível extinguir, pelo menos vamos tentar reduzir essa margem de 80% para no máximo 30% do consumo da água, seria aceitável, ponderou Dinho.


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