Fora a UTI que voltou a ser a
menina dos olhos dos nossos políticos, não há nada, absolutamente nadica de nada a comemorar na economia pauloafonsina
no aniversário do município em 28 de julho. Somos um município sem indústrias,
uma agricultura onde não produzimos um pé de coentro, uma massa de desempregados,
enfim, continuamos a ser uma economia do contracheque, que vive orbitando
mensalmente em torno do pagamento dos servidores públicos municipais e do
comércio. O maior empregador continua sendo o governo e a prefeitura. Mas todos
abarrotados. No limite da Lei de Responsabilidade Fiscal. E com a crise na
economia nacional, não uma luz no fim do túnel a um curto prazo.sexta-feira, 17 de junho de 2016
Economia do contracheque
Fora a UTI que voltou a ser a
menina dos olhos dos nossos políticos, não há nada, absolutamente nadica de nada a comemorar na economia pauloafonsina
no aniversário do município em 28 de julho. Somos um município sem indústrias,
uma agricultura onde não produzimos um pé de coentro, uma massa de desempregados,
enfim, continuamos a ser uma economia do contracheque, que vive orbitando
mensalmente em torno do pagamento dos servidores públicos municipais e do
comércio. O maior empregador continua sendo o governo e a prefeitura. Mas todos
abarrotados. No limite da Lei de Responsabilidade Fiscal. E com a crise na
economia nacional, não uma luz no fim do túnel a um curto prazo.
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