É grave a crise. Com a quebra da
produção agrícola em regiões tradicionais, especialmente com a seca na Bahia, o
preço do feijão disparou. Um quilo do carioquinha em Paulo Afonso varia de R$
12 a R$ 15. O pior é que o arroz também está caro, pelo excesso de chuva no Sul
do país e a quebra da safra. Ou seja, “arroz e feijão” está virando uma mistura
de arrebentar o bolso.
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