Na Câmara Municipal de Paulo Afonso
de acordo com o vereador Regivaldo Coriolano da Silva (PT), deverá prevalecer o bom
senso e tudo indica que os parlamentares não votarão nenhum aumento de salário
para o prefeito, secretários e vereadores para 2017, mantendo os vencimentos
congelados, como pressiona a opinião pública.
Em época de crise, com queda
prevista no orçamento, qualquer reajuste significa uma despesa extra a que o
município não teria condições de honrar, sem prejudicar outros setores. Os
cargos comissionados também continuarão sem reajuste. O último aumento foi em
2012.
A farra dos salários pode ter
fim. O ministério Público pode intervir para barrar os aumentos abusivos dados
às Câmaras municipais e prefeitos, com base na Lei de Responsabilidade Fiscal.
O pequeno município de Glória é
um exemplo do descalabro. Por lá os vereadores reajustaram o salário do
prefeito para R$ 19 mil e R$ 9,5 mil para o vice-prefeito.
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