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| Anilton Bastos Pereira |
O leão urrou alto
Entre os prefeitos do interior
ninguém brilhou mais do que o de Paulo Afonso, Anilton Bastos Pereira (PDT) que
derrotou pela segunda vez seguida a oposição, primeiro Sônia Caires, depois o
ex-prefeito Paulo de Deus. Elegeu-se duas vezes prefeito e elegeu o sucessor,
Luiz de Deus (PSD). É visivel a cara de felicidade do prefeito na foto ao lado.
Basta manter o ritmo
O publicitário Junior Imagem foi
o grande baluarte da vitória de Anilton e por osmose do seu sucessor, o médico
Luiz de Deus (PSD) para prefeito de Paulo Afonso. Em relação ao prefeito
Anilton Bastos Pereira, basta se manter na visibilidade em 2017, que chegará em
2018 como um candidato a deputado estadual bem competitivo na região.
Grande vantagem
O prefeito eleito de Paulo
Afonso, Luiz de Deus (PSD) terá uma vantagem sobre os demais, o de ter um
parlamentar, a deputado Estadual Paulo Rangel (PT) destinando verbas exclusivamente
para a prefeitura, tocar as suas obras. O que é um maná.
Brother Leda
A vereadora Leda Chaves é nota
dez no quesito cordialidade e educação. Melhorou muito, mas precisa ser menos
paroquial nos temas.
Condução de magistrado
Não se pode analisar o período
que encerrou na Câmara sem citar o líder do governo no Parlamento, Marconi Daniel
Alencar (PHS). Foi um magistrado na condução da casa, em momento algum tentou
tolher o debate entre oposição e a base do governo. Por isso foi votado por
unanimidade para mais um mandato.
Não foi omisso
Um vereador que também não foi
omisso foi o Regivaldo Coriolano (PT) sempre tem posição. Pena não tido êxito na
eleição.
Rural carregada
O fato dos vereadores atuais não
divulgarem os seus mandatos nivelaria todos por baixo, sempre fiz o comentário
na coluna. Se teve vereador com uma boa produção parlamentar, pela falta de
divulgação ficaram nivelados por baixo com os que se limitaram a receber
salários. Por isso é que a Rural saiu lotada de vereadores.
Ano difícil para os prefeitos
Quem se elegeu prefeito já fez a
festa da vitória, mas o principal não será nada positivo: o que vão encontrar
quando se sentarem na cadeira de gestores de massas falidas. Porque a
expressiva maioria deverá pegar prefeituras sucateadas, com cidades destroçadas
em suas estruturas. E com dinheiro regrado que mal dará para manter em dias as
folhas de pagamentos. Se não chegarem cortando despesas, reduzindo secretarias
e cargos de confiança, se afundarão como se afundaram os seus antecessores. Por
enquanto tudo é doce, o amargo começa em 2017. A partir da posse o povo não
aceitará desculpas para não ver obras. Até porque na campanha tinham soluções
para todos os problemas.

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