Como já era esperado, o primeiro
dia de greve dos bancários, na terça-feira (6), foi responsável por longas
filas e muitas reclamações nas agências de Paulo Afonso. A paralisação é
resultado de acordo entre Federação Nacional dos bancos (Fenaban) e Comando
Nacional dos Bancários. Dentre as propostas, a categoria pede reajuste salarial
de 14,78% (reposição da inflação mais 5% de aumento real), PLR (Participação
nos Lucros e Resultados) de três salários mais R$ 8.317,90, além de mais
contratações, investimento em segurança e melhores condições de trabalho. Os
clientes podem utilizar os caixas eletrônicos para agendamento e pagamento de
contas (desde que não vencidas), fazer saques, depósitos, emissão de folhas de
cheques, transferências e saques de benefícios sociais. Outra opção também são
os correspondentes bancários. A última paralisação dos bancários ocorreu em
outubro de 2015 e teve duração de 21 dias, com agências de bancos públicos e
privados fechadas em 24 estados e do Distrito Federal. Na ocasião, a Fenaban
propôs reajuste de 10%, em resposta à reivindicação de 16% da categoriaquarta-feira, 7 de setembro de 2016
Primeiro dia de greve dos bancários tem longas filas e reclamações
Como já era esperado, o primeiro
dia de greve dos bancários, na terça-feira (6), foi responsável por longas
filas e muitas reclamações nas agências de Paulo Afonso. A paralisação é
resultado de acordo entre Federação Nacional dos bancos (Fenaban) e Comando
Nacional dos Bancários. Dentre as propostas, a categoria pede reajuste salarial
de 14,78% (reposição da inflação mais 5% de aumento real), PLR (Participação
nos Lucros e Resultados) de três salários mais R$ 8.317,90, além de mais
contratações, investimento em segurança e melhores condições de trabalho. Os
clientes podem utilizar os caixas eletrônicos para agendamento e pagamento de
contas (desde que não vencidas), fazer saques, depósitos, emissão de folhas de
cheques, transferências e saques de benefícios sociais. Outra opção também são
os correspondentes bancários. A última paralisação dos bancários ocorreu em
outubro de 2015 e teve duração de 21 dias, com agências de bancos públicos e
privados fechadas em 24 estados e do Distrito Federal. Na ocasião, a Fenaban
propôs reajuste de 10%, em resposta à reivindicação de 16% da categoria
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